Somos uma espécie rara e especial.

Tenho enfatizado muito o assunto ”gratidão” e ”lei da atração” em minhas escritas, porque isso é o que aplica a minha vida e minha maneira de viver, mas nem todos as pessoas pensam como eu e tem essa ”filosofia dia vida”.

Já dei vários exemplos de como gratidão, de como ser positivo mesmo nos momentos mais difíceis melhoram nossa vida.

Mas hoje, venho aqui convida-los a fazer um exercício de se auto-julgar, e achar uma coisa boa em que você acredite e que seja boa e seguir isso como sua filosofia de vida.

Para alguns ele assunto de lei da atração, não passa de mera ladainha, por este motivo te convido a parar por um momento, pensar em sua vida, suas atitudes, pensar se existe uma coisa que você acredite e torna isso como suporte para viver a vida, afinal não é nada fácil, não é mesmo?

Nós somos uma espécie em que estamos em constante evolução, somos capazes de qualquer coisa,

”Somos raros e preciosos porque estamos vivos, porque podemos pensar dentro de nossas possibilidades. Temos o privilégio de influenciar e talvez controlar o nosso futuro. Acredito que temos a obrigação de lutar pela vida na Terra – não apenas por nós mesmos, mas por todos aqueles, humanos e de outras espécies, que vieram antes de nós e a quem devemos favores, e por todos aqueles que, se formos inteligentes, virão depois de nós. Não há nenhuma causa mais urgente, nenhuma tarefa mais apropriada do que proteger o futuro de nossa espécie. Quase todos os nossos problemas são provocados pêlos humanos e podem ser resolvidos pêlos humanos. Nenhuma convenção social, nenhum sistema político, nenhuma hipótese econômica, nenhum dogma religioso é mais importante. 

No fundo, cada um experimenta ao menos um conjunto vago de ansiedades variadas. Elas quase nunca desaparecem de todo. A maioria delas diz respeito, é claro, à nossa vida cotidiana. Há um claro valor de sobrevivência nesse zumbido de lembretes sussurrados recordações atemorizadoras de passos em falso no passado, testes mentais de possíveis respostas a problemas iminentes. Para muitos de nós, a ansiedade diz respeito a ter o suficiente para dar de comer aos filhos. A ansiedade é uma daquelas soluções de compromisso evolucionárias otimizada para que haja uma próxima geração, mas dolorosa para a geração atual. O truque, se conseguimos realizá-lo, é ficar com as ansiedades certas. Em algum ponto entre os bobalhões alegres e os pessimistas nervosos, há um estado de espírito que devemos adotar.

À exceção dos milenaristas de várias seitas e dos tabloides, o único grupo de pessoas que parece se preocupar rotineiramente com as novas previsões de desastres – catástrofes ainda não vistas em toda a história escrita de nossa espécie – são os cientistas. Eles chegam a compreender como é o mundo, e ocorre-lhes que ele poderia ser diferente. Um pequeno empurrão aqui, um pequeno puxão ali, e grandes mudanças poderiam acontecer. Como nós, humanos, somos geralmente bem adaptados às nossas circunstâncias desde o clima global ao clima político -, qualquer mudança vai ser provavelmente perturbadora, dolorosa e dispendiosa.

Mas alguns dos alegados perigos parecem tão sérios que surge espontaneamente o pensamento de que talvez fosse prudente levar a sério até a pequena possibilidade de um perigo muito grave. As ansiedades da vida cotidiana funcionam de forma semelhante. 

Compramos apólices de seguro e avisamos as crianças sobre o perigo de falar com estranhos. Apesar de todas as ansiedades, às vezes não percebemos os perigos de forma alguma: “Todos os meus motivos de preocupação nunca se concretizaram. As coisas ruins me caíram do céu”, disse um conhecido à minha esposa, Annie, e a mim.

Quanto pior a catástrofe, mais difícil é manter o equilíbrio. Queremos muito ignorá-la por completo ou empregar todos os nossos recursos para contorná-la. É difícil considerar sobriamente as nossas circunstâncias e deixar de lado por um momento as ansiedades associadas. Muito parece estar em jogo. 

Se os humanos criam problemas. os humanos podem encontrar soluções. O que espero é que  ao ler este texto, o leitor se sinta provocado a pensar um pouco mais sobre o futuro. 

Não quero acrescentar desnecessariamente novos elementos à nossa carga de ansiedades – quase todos nós já temos uma carga suficiente -, mas há algumas questões que, a meu ver, não estão sendo examinadas por um número suficiente de pessoas. O ato de pensar sobre as consequências futuras das ações presentes tem uma linhagem orgulhosa entre nós, primatas, sendo um dos segredos do que ainda é, de modo geral, a história espantosamente bem-sucedida dos humanos sobre a Terra”. – Trecho tirado do livro “Bilhões e Bilhões ‘, Carl Sagan.

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Kaka Padilha

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