Sempre existirá uma questão a mais para ser questionada.

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O estudo da vida contexto mais amplo é relevante pois nunca poderemos ter uma teoria geral para a vida enquanto conhecermos apenas exemplar. Somente a descoberta de outros exemplares de vida formados fora da Terra nos permitirá entender o fenômeno da vida de forma completa. 

Além disso, as informações sobre as condições físicas e químicas da Terra no momento que a vida aqui se estabeleceu estão perdidas para sempre. 

No espaço existem diversos planetas diversos estágios de formação, permitindo reconstruir as etapas evolutivas que a Terra passou como se fosse uma viagem no tempo. 

Último motivo para exploração da vida outros sistemas planetários é testar a própria teoria do evolucionismo, que prevê que qualquer outro planeta, em condições físicas semelhantes à da Terra, teria tido a mesma chance de abrigar a vida. 

Vimos que as estrelas se formam a partir de nuvem densas de gás e poeira que já contêm ingrediente essenciais para a vida. Isso nos leva a crer que assim como o nosso, existem outros. 

Formados os primeiros aminoácidos, toda a sequência da vida como a entendemos hoje dia na Biologia seria possível condições semelhantes à da Terra. 

Encontrar outras manifestações de vida ambientes extraterrestres talvez seja a única maneira de entendermos melhor a origem de nossa própria forma de vida. No entanto, buscar evidências de vida planetas do nosso próprio sistema planetário ou planetas ao redor de outras estrelas não é uma tarefa tão simples com a tecnologia que temos disponível até o presente momento. Mas estamos caminhando a passos largos para ampliar nosso conhecimento. 

As principais técnicas de detecção de exoplanetas. É muito difícil detectar planeta outro sistema planetário através de imageamento direto. Portanto nos fazemos valer de métodos indiretos para a detecção. No entanto, detectar outros planetas mesmo que semelhantes ao nosso não garante a existência de vida. A presença de microorganismos contaminaria a atmosfera planetária com moléculas identificáveis a grandes distâncias. Assim, uma “biosinatura” poderia nos indicar a possibilidade de vida, como por exemplo a presença de moléculas de ozônio. 

Uma atmosfera rica ozônio requer uma atividade fotossintética grande escala. Mas também precisamos avançar no entendimento dessas “biositaturas” e nos modelos que nos permitiriam a detecção dessas “biosinaturas” a partir da espectroscopia da biosfera como todo, que é o que é detectado pelos instrumentos.  

As perspectivas tecnológicas para essa área são muito positivas. As próximas gerações de telescópios, tanto espaciais quanto terrestres, incluem a busca de evidência de vida outros planetas ou pelo menos a busca de exoplanetas como tópico prioritário com perspectivas concretas de detecção de sinais de atividade biológica exoplanetas. Os planetas do sistema solar, apesar de próximos, ainda foram pouco explorados. As sondas desenvolvidas para essa finalidade que orbitam ao redor dos planetas ou até mesmo pousam suas superfícies para colher materiais são desenvolvidas e amparadas por conhecimentos previamente desenvolvidos ambientes de simulação laboratorial e computacional, que nos ajudam a minimizar as possibilidades de falha e prever dificuldades técnicas.

Kaka Padilha

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