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Emoções não são fatos. Quando as emoções são muito poderosas, elas se parecem com “a verdade”.

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Emoções não são fatos. Quando as emoções são muito poderosas, elas se parecem com “a verdade”.

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April 21, 2020

Joseph Campbell

Já é de madrugada, ideias e pensamentos esparsos ocupam minha mente e me impedem que eu me deite tranquilamente em meu travesseiro e descanse.

Um turbilhão de pensamentos, vontades, desejos, perguntas e tantos por quês?

Na minha mente já um pouco bagunçada e cansada moram tantas coisas que se tivera eu o poder de suplicar para que me tirem a luz do meu entendimento, deixando-me apenas o suficiente para seguir calmamente o fluxo das coisas, eu o faria.

Desde que adquiri o uso da razão, meus questionamentos sobre tudo o que envolve a vida, universo, quem somos, de onde viemos, para onde vamos, qual nossa missão , estamos no caminho certo, EU estou no caminho certo têm sido tão fortes e violentas que nem minhas próprias reflexões têm sido suficiente para deter este impulso que Deus me deu.

Sou uma em um milhão daqueles que passam noites em claro tentando desvendar o mistério da vida, estudando, procurando conhecimento, tentando achar respostas para nossas perguntas, e às vezes até achamos, mas quando achamos essas tais respostas elas vêm presenteadas com mais perguntas.

Essas emoções não são boas nem más, certas ou erradas. Sentimentos apenas são. Eles existem. Não é útil julgar nossas emoções. Há uma diferença entre ter uma emoção e fazer algo ou agir sobre a emoção. As emoções não duram para sempre. Não importa o que você esteja sentindo, eventualmente ela irá se elevar e outra emoção tomará seu lugar.

Quando uma emoção forte vem, você não precisa agir de acordo com seus sentimentos. Tudo que você precisa fazer é reconhecer a emoção e senti-la. Emoções não são fatos. Quando as emoções são muito poderosas, elas se parecem com “a verdade”. Esteja disposto a aceitar radicalmente suas emoções quando elas surgirem.

Aquilo que nos impede de compreendermos nossas emoções e simplesmente senti-las e deixar elas irem, seguirem seu fluxo, é o que chamamos de ‘ruminar’, ou seja , ficamos pensando múltiplas vezes sobre o que estamos sentindo e isso pode se tornar um comportamento repetitivo e muitas vezes nem nos damos conta, e é exatamente isso que acontece comigo muitas vezes.

Às vezes essa inquietação que sentimos pode significar que precisamos deixar algo de lado em nossas vidas, algum comportamento que achamos que não podemos sobreviver; um relacionamento; ou talvez um ressentimento que cuidamos com tanto cuidado que se tornou, de maneira doentia, uma fonte de tranquilidade e conforto. O medo de abandonar algo em que passamos a depender, não importa quando começamos a suspeitar que não é bom para nós, é um medo absolutamente válido. Nós simplesmente não podemos deixar isso nos parar. Temos que enfrentá-lo e agir com coragem.

É nossa incapacidade de imaginar o que nos segura, você não pode ser o que não pode enxergar.

Karen Padilha

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