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Importância da imaginação humana.

Importância da imaginação humana.

A imaginação humana é o presente mais poderoso de Deus que eleva a criação feita por Deus.

A imaginação humana é um dos desejos poderosos que os humanos conquistaram. Sem imaginação, nenhum humano pode sobreviver neste planeta. Devido a esta imagem, as pessoas evoluíram da Idade da Pedra para invenções tão bonitas. A humanidade veio junto com muitas de suas formas e aumentou seu nível de imaginação para o próximo nível. Se as pessoas não tivessem imaginado, não teríamos uma vida tão evoluída com tanta facilidade aumentada facilitando nossa vida. O poder da imaginação é dado aos seres humanos apenas para usar para o bom propósito, então é realmente um presente poderoso de Deus para a humanidade.

No entanto, também tem sido mal utilizado por muitas pessoas que usam a imaginação para seus próprios benefícios. Mas quando se trata de usá-lo corretamente, as pessoas alcançaram muitos objetivos em suas vidas fazendo um plano adequado de como a imaginação deve ser usada. Não importa os níveis de imaginação variam de uma pessoa para outra e é muito original para cada indivíduo. Principalmente ele eleva a criação feita por Deus com o belo poder que eles têm, informando sobre os prós e contras das decisões que você tomará no futuro, ajudando você a levar uma vida sem estresse com segurança.

A imaginação constrói uma ponte entre a realidade e os sonhos.

Se uma pessoa não tivesse imaginação em sua mente e levasse sua vida cegando sem sequer pensar nas coisas que estão acontecendo, então ainda estaríamos na Idade da Pedra sem saber que existe um poderoso presente de Deus para a humanidade. Se, muito tempo atrás, uma pessoa não tivesse ensinado sobre como os elétrons se movem uns contra os outros para gerar eletricidade, ainda estaríamos sentados sob o céu escuro à noite como tolos. Se um homem sequer tivesse imaginado algo chamado Smartphone do qual os seres humanos dependem mais do que oxigênio, o que teria acontecido?

Elevar a criação feita por Deus não é possível para todo ser humano. Ele existe, mas poucos podem encaixá-lo. Neste mundo competitivo como os seres humanos estão sendo avaliados em seus níveis de imaginação. Sem imaginação, as pessoas são seres humanos sem nenhum cérebro dentro dela. A imaginação humana não tem limites, pois pode aumentar seus níveis a cada dia para obter sucesso e evoluir no crescimento geral. Os humanos não devem tornar uma desvantagem ter um dom tão maravilhoso fornecido por Deus.

“A imaginação muitas vezes nos leva a mundos que nunca existiram. Mas sem ela nós vamos a lugar nenhum.”
– Carl sagan

A imaginação torna o mundo mais bonito à medida que eleva a criação feita por Deus.

É único ter esse tipo de presente poderoso de Deus e usá-lo para criar algo novo todos os dias, aumentando o nível de imaginação. No entanto, é bem diferente para todas as pessoas aumentar seu nível de imaginação. Eles têm que trabalhar nisso diariamente para que alcancem o objetivo da melhor maneira possível. A imaginação humana é uma coisa útil que nós humanos ganhamos ao longo do tempo, pois somos capazes de melhorar a sociedade em que vivemos e ajudar outras pessoas a tornar sua vida mais fácil e confortável.

“Imaginação é mais importante que conhecimento.”
– Albert Einstein

Então, seus poderes de imaginação estão formigando? Bem, esse é o objetivo deste artigo. Comente se você já imaginou e executou algo que tenha melhorado as criações da Mãe Natureza. Vamos olhar para o seu lado criativo na seção de comentários!

Pálido Ponto Azul.

Desse ponto de vista distante, a Terra não pode parecer de qualquer interesse particular. Mas, para nós, é diferente. Considere novamente esse ponto. É aqui. É nosso lar. Somos nós.

 Nele, todos que você ama, todos que você conhece, todos de quem você já ouviu falar, todo ser humano que já existiu, viveram suas vidas. A totalidade de nossas alegrias e sofrimentos, milhares de religiões, ideologias e doutrinas econômicas, cada caçador e saqueador, cada herói e covarde, cada criador e destruidor da civilização, cada rei e plebeu, cada casal apaixonado, cada mãe e pai, cada crianças esperançosas, inventores e exploradores, cada educador, cada político corrupto, cada “superstar”, cada “lidere supremo”, cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu ali, em um grão de poeira suspenso em um raio de sol.

A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pense nas infindáveis crueldades infringidas pelos habitantes de um canto desse pixel, nos quase imperceptíveis habitantes de um outro canto, o quão frequentemente seus mal-entendidos, o quanto sua ânsia por se matarem, e o quão fervorosamente eles se odeiam. 

Pense nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, em sua gloria e triunfo, eles pudessem se tornar os mestres momentâneos de uma fração de um ponto. Nossas atitudes, nossa imaginaria auto-importância, a ilusão de que temos uma posição privilegiada no Universo, é desafiada por esse pálido ponto de luz.

Nosso planeta é um pontinho solitário na grande e envolvente escuridão cósmica.

Em nossa obscuridade – em toda essa vastidão – não há nenhum indício de que a ajuda virá de outro lugar para nos salvar de nós mesmos.

A Terra é o único mundo conhecido até agora que sustenta vida. Não ha lugar nenhum, pelo menos no futuro próximo, no qual nossa espécie possa migrar. Visitar, talvez, se estabelecer, ainda não. Goste ou não, por enquanto, a terra é onde estamos estabelecidos.

Foi dito que a astronomia é uma experiência que traz humildade e constrói o caráter. Talvez, não haja melhor demonstração das tolices e vaidades humanas que essa imagem distante do nosso pequeno mundo. Ela enfatiza nossa responsabilidade de tratarmos melhor uns aos outros, e de preservar e estimar o único lar que nós conhecemos… o pálido ponto azul,  o único lar que eu já conheci. “

Carl Sagan.

O que me fascina sobre Carl Sagan.

Sagan foi um grande cientista, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor e divulgador científico norte-americano; autor de mais de 600 publicações cientificas e 20 livros de ciência e ficção científica.

Defensor do ceticismo,  o ceticismo é um estado de quem duvida de tudo, de quem é descrente. Um indivíduo cético caracteriza-se por ter predisposição constante para a dúvida, para a incredulidade.  É um sistema filosófico fundado pelo filósofo grego Pirro (318 a.C.-272 a.C.), que tem por base a afirmação de que o homem não tem capacidade de atingir a certeza absoluta sobre uma verdade ou conhecimento específico.

Assim como Sagan o cético questiona tudo o que lhe é apresentado como verdade e não admite a existência de dogmas, fenômenos religiosos ou metafísicos.

Por essas e outras características que fui tomada pela vontade de começar a questionar a vida e tudo o que nela existe, e me tornei uma grande fã de Carl Sagan e pela forma como ele via a vida, os seres humanos e tudo o mais.

Sagan é conhecido por seus livros de divulgação científica e pela premiada série televisiva de 1980 Cosmos: Uma Viagem Pessoal, que ele mesmo narrou e co-escreveu.

Carl Sagan nasceu no Brooklyn, Nova Iorque, em uma família de judeus ucranianos. Seu pai, Sam Sagan, era um operário da indústria têxtil nascido em Kamenets-Podolsk, Ucrânia. Sua mãe, Rachel Molly Gruber, era uma dona de casa de Nova Iorque. Ele tinha também uma irmã, Carol que ambos concordavam que seu pai não era especialmente religioso, porém sua mãe “definitivamente acreditava em Deus.

A  personalidade de Sagan foi o resultado de suas estreitas relações com ambos os pais, que eram às vezes opostos um do outro.

Sua mãe teria sido uma mulher que cresceu em meio a extrema pobreza enquanto criança, e sem-teto em meio a cidade de Nova Iorque durante a Grande Guerra e a década de 20.  Ela tinha também suas próprias ambições intelectuais quando era jovem, mas estes sonhos foram bloqueados por restrições sociais, principalmente por causa de sua pobreza, e por ter se tornado mãe e esposa, além de sua etnia judaica. O biografo Davidson observa que ela, portanto, “adorava seu único filho, Carl. Ele iria realizar seus sonhos não realizados”.

Seu “sentimento de admiração” veio de seu pai, que quieto e sorrateiramente escapou do Czar. Em seu tempo livre, este dava maçãs aos pobres, ou ajudava a suavizar as tensões entre patrões e operários na tumultuada indústria têxtil de Nova Iorque. Ainda que intimidado pelo brilhantismo de Carl, por suas infantis perguntas sobre estrelas e dinossauros, Sam ajudou a transformar a curiosidade de seu filho em parte de sua educação. Em seus últimos anos como cientista e escritor, Sagan frequentemente desenhava sobre suas memórias de infância para ilustrar questões científicas, como fez em seu livro ”Sombras dos Antepassados Esquecidos” , ele  descreve a influência dos seus pais em seu pensamento:

”Meus pais não eram cientistas. Eles não sabiam quase nada sobre ciência. Mas ao me introduzirem simultaneamente ao ceticismo e ao saber, ensinaram-me os dois modos de pensamento coexistentes e essenciais para o método científico.”

No seu livro ” O mundo assombrado pelos Demônios”, Sagan recorda de quando em 1939 foi levado pelos seus pais na 1939 world’s fair ( feira mundial de 1939), em Nova Iorque, ele viu uma exposição chamada  “America of Tomorrow” (América do Amanhã): O mapa continha belas estradas e alguns poucos carros da General Motors, todas as pessoas caminhando, e ao fundo vários arranha-céus, edifícios lindos, segundo ele, aquele momento estava ótimo! Em outras exposições, lembrou de ter visto uma lanterna brilhar em uma célula fotoelétrica. Ele também testemunhou a tecnologia do futuro da mídia que iria substituir o rádio: A televisão! Sagan escreveu:

Claramente, o homem realizou maravilhas de um modo que eu nunca tinha imaginado. Como poderia um tom tornar-se uma imagem e luz tornar-se um ruído?

Ele também conta que viu um dos eventos mais divulgados da feira, o enterro de uma cápsula do tempo em Flushing Meadows, que continha algumas lembranças da década de 1930 para serem recuperadas por descendentes dos humanos em um futuro milênio. “As cápsulas do tempo sempre excitaram Carl” escreve o biógrafo Keay Davidson. Quando adulto, Sagan e seus colegas criaram algumas cápsulas do tempo similares, mas estas foram enviadas para o espaço. Estas cápsulas citadas são a placa Pioneer e o Voyager Golden Record, que foram produto da experiência de Sagan na exposição.

Quando iniciou o ensino fundamental, Sagan começou a manifestar sua curiosidade pela natureza.  Sagan recorda-se de suas primeiras viagens para a biblioteca pública, sozinho, com a idade de cinco anos, quando sua mãe arranjou-lhe um cartão da biblioteca. Ele queria aprender o que eram as estrelas, já que nenhum de seus amigos ou até mesmo seus pais não sabiam lhe dar uma resposta clara:

“Fui para o bibliotecário e pedi um livro sobre as estrelas… E a resposta foi impressionante. A resposta era que o Sol também era uma estrela, só que muito próxima. Logo, as estrelas eram outros sóis, mas estavam tão distantes que eram apenas pequenos pontos de luz para nós… A escala do universo de repente se abriu para mim. Era um tipo de experiência religiosa. Houve uma magnificência para ela, uma grandeza, uma escala que nunca me deixou. Nunca me deixará…”

Aos 6 ou 7 anos de idade ele e um amigo viajaram para o Museu Americano de História Natural, na cidade de Nova York. Enquanto estavam por lá, eles foram ao Planetário Hayden e andaram na exposição sobre objetos do espaço, como os meteoritos, e também foram às exposições de dinossauros e outros animais em seus ambientes naturais. Ele escreveu sobre estas exposições:

“Eu era fascinado por representações realistas de animais e seus habitats em todo o mundo. Pinguins no gelo antártico mal iluminado; uma família de gorilas, com o macho tamborilando no peito; um urso-cinzento americano de pé em suas patas traseiras, com seus dez ou doze pés de altura, fitando-me direto no olho.”

Sagan escreve : “O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida.” 

E é isso o que mais me admira, sua inquietante vontade de questionar tudo o que existe.

Sagan Morreu aos 62 anos, Seattle, 20 de dezembro de 1996 de pneumonia, depois de uma batalha de dois anos com uma rara e grave doença na medula óssea. 

Carl Sagan foi muito mais do que um mero mortal, foi um grande homem que com uma grande sabedoria foi capaz de questionar, estudar e ensinar para aqueles que quisessem aprender além do que estava escrito nos livros sagrados e nas apostilas das escolas. Para ele o universo era um mistério que ansiava por ser descoberto e as superstições eram obstáculos criados para interromper a evolução e o progresso humano. Ele escreve que nós seres humanos somos uma espécie rara por estarmos vivos e porque podemos pensar dentro de nossas possibilidades. Segundo Carl, temos o privilégio de influenciar e talvez controlar o nosso futuro.  Ele acredita que temos a obrigação de lutar pela vida na Terra – não apenas por nós mesmos, mas por todos aqueles, humanos e de outras espécies, que vieram antes de nós e a quem devemos favores, e por todos aqueles que, se formos inteligentes, virão depois de nós.

” Não há nenhuma causa mais urgente, nenhuma tarefa mais apropriada do que proteger o futuro de nossa espécie. Quase todos os nossos problemas são provocados pêlos humanos e podem ser resolvidos pêlos humanos. Nenhuma convenção social, nenhum sistema político, nenhuma hipótese econômica, nenhum dogma religioso é mais importante. ” 

Graças ao trabalho de Carl, acredito que hoje o mundo caminha ao rumo da paz que tanto esperamos e queremos, novos horizontes nos foi apresentado por ele, horizontes esses que podemos alcançar.  Graças a ele é que podemos humildemente ver e entender nossa posição e insignificância perante à esse infinito e gigantesco Universo.

Ele acredita que nós somos capazes de tudo, até de fazer magia: UM LIVRO É A PROVA DE QUE OS SERES HUMANOS SÃO CAPAZES FAZER MAGIA.

“Que coisa espantosa é um livro. É um objeto achatado feito a partir de uma árvore, com partes flexíveis em que são impressos montes de rabiscos escuros engraçados. Mas basta um olhar para ele e você está dentro da mente de outra pessoa, talvez alguém morto há milhares de anos. Através dos milênios, um autor está falando claramente e em silêncio dentro de sua cabeça, diretamente para você. A escrita é talvez a maior das invenções humanas, unindo pessoas que nunca se conheceram, cidadãos de épocas distantes. Livros rompem as amarras do tempo. Um livro é a prova de que os seres humanos são capazes de fazer magia.”

— No episódio ”A Persistência da Memória”, décimo primeiro da série Cosmos: A Personal Voyage em 1980.

O que escrevi neste post sobre Carl é pouco perto do que ele foi e representa para mim. Fico feliz de compartilhar isso com meus leitores e compartilhar um pouco da pessoa que me inspira todos os dias, e a pessoa que me leva a acreditar em nós seres humanos mesmo quando pareça impossível.

”Durante toda a sua vida, estudara o universo, mas desprezara sua mais clara mensagem: para criaturas tão pequenas como nós, a vastidão só é suportável através do amor.” — No livro Contato, de 1985.

Karen Padilha 

O caminho que estamos seguindo .

Em tempos de crises e de completo caos , o que todos nós tendemos a fazer é começar a apontar dedos para aonde achamos que estão as pessoas de má influencia e que estão  fazendo as coisas andarem mal, ou seja, onde esta o mal. Todos começamos a discutir, todos têm opiniões diferentes sobre esse assunto. Mas , por favor, não podemos nos esquecer de uma coisa, esse mal,  esse ódio, seja lá o que quiser,  de que todos sabemos e falamos e discutimos sobre é inteligente, e é invisível e não tem cor, não tem raça, não tem religião, não tem política. É uma cobra invisível que, enquanto planeja atacar, esta pensando em si mesmo, ”vou dividir meu inimigo em grupos menores e menos fortes”, e então vou fazê-lo me amar, de modo que seja mais fácil levá-lo para baixo. E como todos os outros grupos estão todos gritando uns com os outros tentando descobrir qual é o grupo que causa problema o mal esta ganhando. 

O mal pode vir mascarado de muitas coisas, pode vir rotulado de preconceito, de tudo aquilo que faz mal, que não é bom para  nós, e para o nosso próximo, não podemos deixar que mal nos vença, juntos somos mais fortes, precisamos ter nossas armas, precisamos estar vestidos delas quando o mal der as caras para a batalha.

É chegada a hora que precisamos mudar o jogo, precisamos que o bem comece a ganhar do mal, temos que nos livrar desses rótulos, dessas diferentes facções : gays, heterossexuais , ricos, pobres, doentes mentais, não doentes mentais, precisamos deixar que exista rótulos , que nos imponha rótulos, não precisamos deles.  Estamos sem recursos na nossa  humanidade e a única coisa que todos nós sabemos que todos nós apreciamos um pelo outro é a bondade. Então isso tem de vir antes de tudo.

A bondade para com o outro, para consigo mesmo, uma palavra de gentileza pode ser tudo para uma outra pessoa que vem passando por uma tempestade que não sabemos nada a respeito.

”Todas as pessoas que você conhece estão enfrentando batalhas que você não sabe nada a respeito. Seja gentil. Sempre.”- Autor Desconhecido

Ser sempre gentil é um ato de bondade, acredito que se levarmos a palavra da bondade para todos os demais, podemos viver em um mundo melhor, podemos transformar nossa casa, nosso universo, pois vivemos em um mundo tão bonito e tão majestoso para que percamos a fé de lutar por ele.

”Cada um de nós é, sob uma perspectiva cósmica, precioso. Se um humano discorda de você, deixe-o viver. Em cem bilhões de galáxias, você não vai achar outro. A reflexão segue a mesma linha do raciocínio apresentado acima – a vida inteligente é rara. Nosso conhecimento sobre o Universo ainda é limitado, é verdade, mas pelo pouco que exploramos já conseguimos chegar a esta conclusão. Sob esta perspectiva, a vida na Terra, principalmente a humanidade, ganha um status quase que sagrado, pois é fruto de um processo contínuo de evolução que se arrasta há 4,5 bilhões de anos. Todos carregam esta bagagem compartilhada dentro de si. Quando enxergamos a vida desta forma, o ato de matar qualquer ser vivo ganha novas e gigantescas proporções.”- Carl Sagan

Karen Padilha

Nós somos as pessoas que regem o mundo.

Nós somos as pessoas que regem o mundo, uma força que corre por entre as veias de todo menino e menina, toda a alegria, toda o amor, todo o ódio, todos os sentimentos , todos eles, somos nós quem regimo-os. Não existe hierarquia maior do que nós, se nos unirmos, todos para um bem mundial, um bem comum, um bem só, para o bem da humanidade, o amor. 

As pessoas precisam saber disso, e acreditar que têm esse poder dentro de si, e que se nos unirmos podemos futuramente ter um mundo melhor, uma humanidade quer caminhará para amor, uma humanidade que estará conectada com o universo, na mesma freqüência, mais que isso, saberá que além de estar conectada com o universo, ela mesma é um pequeno universo, pois todos nós somos um  pequeno universo, o problema é a descrença das pessoas neste assunto. 

Todos nós precisamos de algo em que acreditamos quando algo de ruim nos acontece para recorrermos e pedir para que fiquemos bem, podemos chamar isso de Deus, do que quiser, Deus pode ser o Universo, porque não? Pode ser a natureza, a energia que emanamos uns aos outros , porque não? Deus esta em tudo o que tocamos e comemos, porque não? Não me apego na historia que me foi contada de Deus, pois Deus para mim é e sempre será o universo, o senhor de todas as coisas, o tempo, o rei que coloca tudo no seu devido lugar na hora certa, a natureza linda e magnifica, Deus esta em tudo o que eu sinto, minhas alegrias, tristezas, Deus esta em mim, em você, em todos nós.  

Somos então um universo cada um de nós, ou chame do que quiser chamar, o importante é acreditar em algo, acreditar com o coração. Nós somos as pessoas que podemos mudar o rumo em que a humanidade esta caminhando, caminhando em rumo ao caos, a guerra, podemos mudar se nos unirmos através do amor, através da crença do amor, levando a palavra do amor para todos aqueles que não acredita e fazê-los acreditar que sim, que o amor existe, que ele pode mudar o rumo em que estamos indo , que todos nós temos o poder em nossos corações, dentro de nós, que somos cada um , um pequeno universo, e que esse pequeno universo pode fazer uma grande mudança quando unido com outros, nosso mundo precisa disso, e isso é mais urgente do que qualquer coisa, é nossa missão tentar mudar , ajudar nossa humanidade.

”Somos raros e preciosos porque estamos vivos, porque podemos pensar dentro de nossas possibilidades. Temos o privilégio de influenciar e talvez controlar o nosso futuro. Acredito que temos a obrigação de lutar pela vida na Terra – não apenas por nós mesmos, mas por todos aqueles, humanos e de outras espécies, que vieram antes de nós e a quem devemos favores, e por todos aqueles que, se formos inteligentes, virão depois de nós. 

Não há nenhuma causa mais urgente, nenhuma tarefa mais apropriada do que proteger o futuro de nossa espécie. Quase todos os nossos problemas são provocados pêlos humanos e podem ser resolvidos pêlos humanos. Nenhuma convenção social, nenhum sistema político, nenhuma hipótese econômica, nenhum dogma religioso é mais importante. ”- Carl Sagan

Karen Padilha

O Que Realmente Importa?

O que realmente importa, na nossa vida presente. 

Eu venho buscando conhecimento em diferentes áreas, hoje mesmo terminei um curso de Introdução a Psicologia, pela Universidade de Toronto, foi um dos cursos On-line que fiz e é aplicado pelo site Coursera. Terminei um outro também que é ” Origens da Vida no Contexto Cósmico”, que é dado pela USP ( Universidade de São Paulo). Entre outros que comecei, outros que terminei. Todavia, parei agora para pensar o que eu aprendi nesses cursos que são excelentes e você tem o certificado de conclusão ( se pagar), aprendi o que é Filosofia, parte da Psicologia, aprendi a história do Universo, e em que eu acredito. 

Mas, tem um porém, todos esses cursos me levaram ao mesmo ponto, a mesma pergunta, o que realmente importa? Digo agora, no presente , na sociedade em que vivemos, o que é que realmente importa? São tantas informações, que, de agora eu não consigo responder a essas minha pergunta.

Somos seres humanos, somos uma espécie rara, e somos sortudos de viver nesse tempo, o primeiro na historia humana aonde podemos de fato ver e especular sobre outros planetas, e se diga de passagem, se não nos autodestruirmos quem sabe um dia poderemos nos aventurar pelos outros planetas, pelas estrelas, conhecer o desconhecido que tanto procuramos. Somos raros porque estamos vivos, e temos o poder de influenciar e talvez até controlar o nosso futuro.

” Acredito que temos a obrigação de lutar pela vida na Terra – não apenas por nós mesmos, mas por todos aqueles, humanos e de outras espécies, que vieram antes de nós e a quem devemos favores, e por todos aqueles que, se formos inteligentes, virão depois de nós.  Não há nenhuma causa mais urgente, nenhuma tarefa mais apropriada do que proteger o futuro de nossa espécie. Quase todos os nossos problemas são provocados pêlos humanos e podem ser  resolvidos pêlos humanos. Nenhuma convenção social, nenhum sistema político, nenhuma hipótese econômica, nenhum dogma religioso é mais importante. ” Carl Sagan

Será essa a resposta à minha pergunta? O que realmente importa?

Por sermos uma espécie rara, temos o dever de cuidar do nosso planeta?

Mas como fazer isso se nações armam guerras contra outras nações? “Eles armam ciladas contra o seu próprio sangue”. Provérbios 1:18, 

Acredito que em algum ponto entre os bobalhões alegres e os pessimistas nervosos, há um estado de espírito que devemos adotar. À exceção dos milenaristas de várias seitas e dos tabloides, o único grupo de pessoas que parece se preocupar rotineiramente com as novas previsões de desastres – catástrofes ainda não vistas em toda a história escrita de nossa espécie – são os cientistas. Eles chegam a compreender como é o mundo, e ocorre-lhes que ele poderia ser diferente. Um pequeno empurrão aqui, um pequeno puxão ali, e grandes mudanças poderiam acontecer. Como nós, humanos, somos geralmente bem adaptados às nossas circunstâncias desde o clima global ao clima político -, qualquer mudança vai ser provavelmente perturbadora, dolorosa e dispendiosa. 

Mas nós, humanos, somos recém- chegados, pois só surgimos há uns poucos milhões de anos. A nossa presente civilização técnica tem apenas algumas centenas de anos. Não tivemos muitas experiências recentes de cooperação voluntária entre as espécies (ou até entre a mesma espécie). Somos muito inclinados ao curto prazo e quase nunca pensamos no longo prazo. Não há garantia de que seremos bastante sábios para compreender o nosso sistema ecológico fechado em todo o planeta, ou para modificar o nosso comportamento de acordo com esse entendimento. O nosso planeta é indivisível.

Será que nós mesmos serviremos de objeto para nossa própria autodestruição?

Deixo essa pergunta vaga, porque não me vem capacidade para respondê-la.

Kaka Padilha

Somos uma espécie rara e especial.

Tenho enfatizado muito o assunto ”gratidão” e ”lei da atração” em minhas escritas, porque isso é o que aplica a minha vida e minha maneira de viver, mas nem todos as pessoas pensam como eu e tem essa ”filosofia dia vida”.

Já dei vários exemplos de como gratidão, de como ser positivo mesmo nos momentos mais difíceis melhoram nossa vida.

Mas hoje, venho aqui convida-los a fazer um exercício de se auto-julgar, e achar uma coisa boa em que você acredite e que seja boa e seguir isso como sua filosofia de vida.

Para alguns ele assunto de lei da atração, não passa de mera ladainha, por este motivo te convido a parar por um momento, pensar em sua vida, suas atitudes, pensar se existe uma coisa que você acredite e torna isso como suporte para viver a vida, afinal não é nada fácil, não é mesmo?

Nós somos uma espécie em que estamos em constante evolução, somos capazes de qualquer coisa,

”Somos raros e preciosos porque estamos vivos, porque podemos pensar dentro de nossas possibilidades. Temos o privilégio de influenciar e talvez controlar o nosso futuro. Acredito que temos a obrigação de lutar pela vida na Terra – não apenas por nós mesmos, mas por todos aqueles, humanos e de outras espécies, que vieram antes de nós e a quem devemos favores, e por todos aqueles que, se formos inteligentes, virão depois de nós. Não há nenhuma causa mais urgente, nenhuma tarefa mais apropriada do que proteger o futuro de nossa espécie. Quase todos os nossos problemas são provocados pêlos humanos e podem ser resolvidos pêlos humanos. Nenhuma convenção social, nenhum sistema político, nenhuma hipótese econômica, nenhum dogma religioso é mais importante. 

No fundo, cada um experimenta ao menos um conjunto vago de ansiedades variadas. Elas quase nunca desaparecem de todo. A maioria delas diz respeito, é claro, à nossa vida cotidiana. Há um claro valor de sobrevivência nesse zumbido de lembretes sussurrados recordações atemorizadoras de passos em falso no passado, testes mentais de possíveis respostas a problemas iminentes. Para muitos de nós, a ansiedade diz respeito a ter o suficiente para dar de comer aos filhos. A ansiedade é uma daquelas soluções de compromisso evolucionárias otimizada para que haja uma próxima geração, mas dolorosa para a geração atual. O truque, se conseguimos realizá-lo, é ficar com as ansiedades certas. Em algum ponto entre os bobalhões alegres e os pessimistas nervosos, há um estado de espírito que devemos adotar.

À exceção dos milenaristas de várias seitas e dos tabloides, o único grupo de pessoas que parece se preocupar rotineiramente com as novas previsões de desastres – catástrofes ainda não vistas em toda a história escrita de nossa espécie – são os cientistas. Eles chegam a compreender como é o mundo, e ocorre-lhes que ele poderia ser diferente. Um pequeno empurrão aqui, um pequeno puxão ali, e grandes mudanças poderiam acontecer. Como nós, humanos, somos geralmente bem adaptados às nossas circunstâncias desde o clima global ao clima político -, qualquer mudança vai ser provavelmente perturbadora, dolorosa e dispendiosa.

Mas alguns dos alegados perigos parecem tão sérios que surge espontaneamente o pensamento de que talvez fosse prudente levar a sério até a pequena possibilidade de um perigo muito grave. As ansiedades da vida cotidiana funcionam de forma semelhante. 

Compramos apólices de seguro e avisamos as crianças sobre o perigo de falar com estranhos. Apesar de todas as ansiedades, às vezes não percebemos os perigos de forma alguma: “Todos os meus motivos de preocupação nunca se concretizaram. As coisas ruins me caíram do céu”, disse um conhecido à minha esposa, Annie, e a mim.

Quanto pior a catástrofe, mais difícil é manter o equilíbrio. Queremos muito ignorá-la por completo ou empregar todos os nossos recursos para contorná-la. É difícil considerar sobriamente as nossas circunstâncias e deixar de lado por um momento as ansiedades associadas. Muito parece estar em jogo. 

Se os humanos criam problemas. os humanos podem encontrar soluções. O que espero é que  ao ler este texto, o leitor se sinta provocado a pensar um pouco mais sobre o futuro. 

Não quero acrescentar desnecessariamente novos elementos à nossa carga de ansiedades – quase todos nós já temos uma carga suficiente -, mas há algumas questões que, a meu ver, não estão sendo examinadas por um número suficiente de pessoas. O ato de pensar sobre as consequências futuras das ações presentes tem uma linhagem orgulhosa entre nós, primatas, sendo um dos segredos do que ainda é, de modo geral, a história espantosamente bem-sucedida dos humanos sobre a Terra”. – Trecho tirado do livro “Bilhões e Bilhões ‘, Carl Sagan.

Kaka Padilha

Nós somos, cada um de nós, um pequeno universo.

O lado mais brilhante é que todos nós temos a oportunidade de re-lembrar e re-conectar a nós mesmos e ao universo em geral. O poder da lembrança está no centro do caminho espiritual de auto-descoberta e realização. Tudo no universo esta dentro de você, você é sua própria janela para a imensidão .

Nós somos uma forma do universo se auto-conhecer. Nós falamos pela terra, somos o universo se expressando como humano por um pequeno tempo.

Nós somos, cada um de nós, um pequeno universo. Um assunto abordado com frequência por Carl Sagan era a dimensão das coisas muito pequenas, como aquelas que compõem nossos corpos. Ele frequentemente colocava o minúsculo em escala com o gigantesco, equiparando, por exemplo, a quantidade de átomos em uma molécula de DNA com a de estrelas em uma galáxia típica. É uma forma elegante de demonstrar como somos muito pequenos e muito grandes ao mesmo tempo. Em uma outra comparação do gênero, dizia que existem mais estrelas no Universo do que grãos de areia em todas as praias da Terra.

Desse ponto de vista distante, a Terra não pode parecer de qualquer interesse particular. Mas, para nós, é diferente. Considere novamente esse ponto. É aqui. É nosso lar. Somos nós.

 Nele, todos que você ama, todos que você conhece, todos de quem você já ouviu falar, todo ser humano que já existiu, viveram suas vidas. A totalidade de nossas alegrias e sofrimentos, milhares de religiões, ideologias e doutrinas econômicas, cada caçador e saqueador, cada herói e covarde, cada criador e destruidor da civilização, cada rei e plebeu, cada casal apaixonado, cada mãe e pai, cada crianças esperançosas, inventores e exploradores, cada educador, cada político corrupto, cada “superstar”, cada “lidere supremo”, cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu ali, em um grão de poeira suspenso em um raio de sol.

A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pense nas infindáveis crueldades infringidas pelos habitantes de um canto desse pixel, nos quase imperceptíveis habitantes de um outro canto, o quão frequentemente seus mal-entendidos, o quanto sua ânsia por se matarem, e o quão fervorosamente eles se odeiam. 

Pense nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, em sua gloria e triunfo, eles pudessem se tornar os mestres momentâneos de uma fração de um ponto. Nossas atitudes, nossa imaginaria auto-importância, a ilusão de que temos uma posição privilegiada no Universo, é desafiada por esse pálido ponto de luz.

Nosso planeta é um pontinho solitário na grande e envolvente escuridão cósmica.

Em nossa obscuridade – em toda essa vastidão – não há nenhum indício de que a ajuda virá de outro lugar para nos salvar de nós mesmos.

A Terra é o único mundo conhecido até agora que sustenta vida. Não ha lugar nenhum, pelo menos no futuro próximo, no qual nossa espécie possa migrar. Visitar, talvez, se estabelecer, ainda não. Goste ou não, por enquanto, a terra é onde estamos estabelecidos.

Foi dito que a astronomia é uma experiência que traz humildade e constrói o caráter. Talvez, não haja melhor demonstração das tolices e vaidades humanas que essa imagem distante do nosso pequeno mundo. Ela enfatiza nossa responsabilidade de tratarmos melhor uns aos outros, e de preservar e estimar o único lar que nós conhecemos… o pálido ponto azul,  o único lar que eu já conheci. ” Carl Sagan

 

Luz coerente….

Desde que  adquiri o uso da razão , minha inclinação para o saber tem sido tão forte e violenta que nem as censuras de outras pessoas […] nem minhas próprias reflexões […] têm sido capazes de deter esse impulso natural que Deus me dotou. Somente ele deve saber o por quê; e Ele sabe também que Lhe tenho suplicado que tire a luz do meu entendimento, deixando-me apenas o suficiente para seguir sua lei; pois qualquer coisa além disso é excessiva numa mulher, segundo  certas pessoas. E outras dizem mesmo que é nocivo.

Juana Ines de La Cruz, Resposta ao bispo de Puebla, (1691) que lhe criticara a atividade douta como imprópria ao seu sexo.

Retirado do Livro ‘Contato’, de Carl Sagan.

Kaka Padilha

Carl sagan : Contato

O grande destaque de Contato é que a especulação tem uma profunda base científica. Carl Sagan apresenta conceitos de radioastronomia e o potencial dessa área da Astronomia para procurar vida inteligente em outros sistemas estelares. Esse é o tema científico cental da obra, mas Sagan também explorou muito sobre o relacionamento humano.

A personagem principal é Ellie. Sua história é contada desde a infância, quando menina mostrava enorme interesse nas questões do Cosmos. Seu pai a incentivava nesse interesse, e como resultado ela era uma criança bem diferente das outras. Sua vida pessoal muda quando o pai morre e a mãe casa-se com um homem machista. Apesar dos obstáculos impostos pelo seu padrasto, que a desmotivava muito com seu discurso machista, Ellie conseguiu entrar na faculdade, tornou-se uma importante pesquisadora na área de radioastronomia e especializou-se na busca de vida inteligente.

Sagan descreve toda trajetória acadêmica de Ellie. Então quem é da academia certamente vai se identificar em muitos momentos. Sagan é sensível e fala da dificuldade que Ellie tem de se encaixar, fala dos rapazes da academia que não sabem se relacionar bem. Ela acaba inclusive namorando um músico, provavelmente porque todos os seus colegas da academia não sabem flertar e não são interessantes para um relacionamento amoroso. Adoro essa parte do livro, pois é uma “virada de mesa” nas questões de relacionamento.

A trajetória de Ellie é contada desde a graduação até quando se torna diretora de um importante centro de pesquisas. Quando um sinal anômalo é recebido pelos radiotelescópios, Ellie acaba liderando uma equipe para monitorá-lo e decifra-lo. E aí entram as questõres relacionadas com opinião pública (muita gente acha que muito dinheiro está sendo gasto) e com interesses políticos e estratégicos, já que na obra, o mundo continua polarizado (URSS x EUA).

Ellie acaba se relacionando com políticos, tendo contato com pesquisadores do mundo todo em congressos (Sagan descreve os congressos científicos com muita fidelidade). Ao longo das discussões, fundamentalistas religiosos se envolvem no assunto e reinvidicam o direito de saber o que está acontecendo. O livro faz um interessante debate de Ciência x Religião, revelando que a oratória e o discurso de um líder religioso pode ser muito mais sedutor do que o discurso científico (e como sabemos disso, infelizmente). Só que Sagan não é Dawkins: ponderado, na obra é possível perceber que ele dá uma importância a experiência religiosa e diria que isso tem tudo a ver com a experiência queé o ápice da história.

O livro foi adaptado para o cinema em 1997, com Jodie Foster no papel principal. Dirigido por Robert Zemeckis, conta também com Matthew MaConaughey (de Interstellar).  A propósito, Interstellar tem muito de Contato: possui uma base científica, mas também apela para o sentimental e fantástico.