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O importante é não parar de questionar. A curiosidade tem sua própria razão de existir. Einstein

Estou sempre buscando a cada dia que passa mais e mais conhecimento em áreas que me agradam, às vezes são tantas informações que penso que minha mente vai travar.

Gosto muito de filosofia, leio muito sobre filósofos e suas teorias, são tantas, uma mais interessante que a outra e chego a pensar que essas pessoas não eram seres humanos, me pergunto de onde todo esse conhecimento, teorias sobre a vida e tudo o mais vieram.

Eu paro de ler e fico por horas estagnada me fazendo milhões de perguntas.

O que percebo em todos esses filósofos que leio sobre e pesquiso é que sempre estão em busca de uma única resposta para a seguinte pergunta: por que existimos?

 Garanto que não são só eles que questionam isso, todos nós também, embora nunca ninguém tenha achado uma resposta plausível.

São sempre teorias em cima de teorias, todas bem elaboradas e inteligentes, mas nunca uma que confirme o que está sendo dito.

Mas porque essa nossa busca incessante por saber qual o propósito de estarmos vivos? Estar vivo já não é o bastante?

Para algumas pessoas pode ser que sim, para outras como eu, não.

Eu me questiono todos os dias qual é a razão de tudo isso, tudo o que existe, o universo, de onde viemos, do que somos feitos, porque temos sentimentos , porque precisamos comer, trabalhar, tomar banho, ter amigos, família, ter uma imagem legal perante a sociedade e muitas outras coisas.

Ninguém me entende, todos acham que sou louca ou que estou drogada, mas não. 

Einstein disse: ”O importante é não parar de questionar. A curiosidade tem sua própria razão de existir.”

Se existe nesse mundo qualquer razão para existir, a minha é nunca parar de questionar. 

Certas vezes paro para pensar em como estou vivendo e como outras pessoas também vivem e pode ser loucura, mas sinto como se fossemos marionetes nesse vasto e lindo mundo. 

Temos hábitos que são quase todos iguais, saímos de manhã para trabalhar e voltamos a noite, nos sentamos na mesa com nossas famílias e jantamos, depois tomamos banho e vamos dormir ou fazemos sexo para aliviar o stress para no próximo dia repetir tudo novamente. 

Não quero dizer que a vida seja só isso, quero dizer que inconscientemente somos treinados pela sociedade para seguir um padrão e muitas vezes não é isso que queremos. 

Quando temos coragem de expor nossas ideias e nossas crenças somos chamados de loucos, assim como aconteceu com o brilhante Friedrich Nietzsche, George Berkeley e tantos outros que tiveram coragem de falar o que queriam e compartilhar seu pensamento com o mundo. 

A princípio suas ideias e teorias não foram aceitas, no entanto, no mundo atual contribui muito para nossa sabedoria e eles são reconhecidos como gênios.

Afinal, o mundo é uma ilusão, mas aprendemos a viver nessa ilusão?

Karen Padilha

 

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